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Irão afirma que ataques a instalações ligadas aos EUA no Golfo "são um aviso"

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Irão afirma que ataques a instalações ligadas aos EUA no Golfo "são um aviso"

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou que os mais recentes ataques a instalações siderúrgicas ligadas aos EUA no Golfo "são um aviso". Acompanhamos aqui, ao minuto, a evolução do conflito.

Cristina Sambado, Inês Moreira Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Majid Asgaripour - WANA via Reuters

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RTP /

Irão afirma que ataques a instalações no Golfo "são um aviso"

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirma que os seus mais recentes ataques a instalações siderúrgicas ligadas aos EUA no Golfo “são um aviso”.

Num comunicado divulgado pelos meios de comunicação iranianos, a Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter atacado instalações siderúrgicas em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e fábricas de alumínio no Bahrein, após ataques anteriores realizados no fim de semana.

“Estes ataques são um aviso, e se o ataque às indústrias iranianas se repetir, a próxima resposta será muito mais dolorosa, atacando a principal infraestrutura do regime de ocupação e as indústrias económicas americanas na região”, acrescentou o comunicado.
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RTP /

Exército israelita afirma ter morto 40 combatentes do Hezbollah nas últimas 24 horas

Na sua mais recente atualização sobre a guerra, o exército israelita afirma ter realizado ataques aéreos contra dezenas de instalações militares e infraestruturas do Hezbollah nas últimas 24 horas, incluindo depósitos de armas e bases de lançamento.

Afirma ainda que as tropas terrestres israelitas, que estão a realizar uma invasão em partes do sul do Líbano, identificaram e "eliminaram" uma célula do Hezbollah e atacaram extensas infraestruturas do grupo. Entretanto, a marinha israelita também atingiu um depósito de armas no sul, segundo o comunicado.

No total, o exército israelita afirma que os seus ataques "aéreos, marítimos e terrestres" mataram mais de 40 membros do Hezbollah nas últimas 24 horas.
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Resposta a Trump
RTP /

Macron afirma que é irrealista abrir o Estreito de Ormuz à força

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou esta quinta-feira que seria irrealista lançar uma operação militar para forçar a abertura do Estreito de Ormuz, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter desafiado os aliados norte-americanos a trabalhar para a sua reabertura.

"Algumas pessoas defendem a ideia de libertar o Estreito de Ormuz à força através de uma operação militar, uma posição por vezes expressa pelos Estados Unidos, embora tenha variado", disse Macron aos jornalistas durante uma viagem à Coreia do Sul.

"Esta nunca foi uma opção que apoiamos, porque é irrealista", acrescentou. "Levaria uma eternidade e exporia todos aqueles que atravessam o estreito aos riscos dos guardiões da revolução, bem como aos mísseis balísticos", disse.

O presidente francês acusou ainda o homólogo norte-americano de minar a NATO ao criar "dúvidas diárias sobre o seu compromisso.

“Não devemos dizer o contrário do que dissemos ontem todos os dias", afirmou Macron numa declaração endereçada a Trump,

O inquilino do Palácio do Eliseu acrescentou ainda que a guerra travada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão não pode resolver a questão do programa nuclear de Teerão.

"Não é uma ação militar direcionada, mesmo que por algumas semanas, que resolverá a questão nuclear a longo prazo", disse Macron aos jornalistas. 

Para Macron, “se não houver uma estrutura para negociações diplomáticas e técnicas, a situação poderá deteriorar-se novamente numa questão de meses ou anos. Só através de negociações aprofundadas, um acordo (...) poderemos garantir um acompanhamento a longo prazo e preservar a paz e a estabilidade para todos".
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Paulo Rangel participa na reunião de hoje sobre Estreito de Ormuz

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, vai participar na reunião desta quinta-feira organizada pelo Governo britânico com cerca de 30 países dispostos a mobilizar-se para restaurar a navegação pelo estreito de Ormuz, confirmou fonte do Ministério.

Na reunião, que se vai realizar por videoconferência, pretende-se avaliar "medidas diplomáticas e políticas viáveis" para restaurar a liberdade de navegação, garantir a segurança dos navios e tripulantes retidos e retomar o transporte de mercadorias essenciais.

As cerca de três dezenas de países convocados vão reunir-se por iniciativa do Reino Unido, na sequência de uma posição tomada inicialmente feita por Londres em conjunto com França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão em 19 de março.

Entretanto, 31 outros países, incluindo Portugal, subscreveram a mesma declaração, exigindo que o Irão cesse as suas tentativas de bloquear o estreito e comprometendo-se a "contribuir para os esforços adequados para garantir a passagem segura" por aquela via marítima.
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“Uma grande mentira”
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Irão não retomou o enriquecimento nuclear

O embaixador do Irão na Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Reza Najafi, afirmou em entrevista à AFP que o seu país não retomou o enriquecimento nuclear após os ataques israelitas e norte-americanos de junho de 2025 contra algumas das suas instalações nucleares.

"Não retomámos o enriquecimento, e isso foi uma mentira, uma grande mentira, como as outras mentiras", afirmou Najafi, quando questionado sobre as acusações americanas que levaram ao atual conflito no Médio Oriente.
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Irão executa homem condenado por colaboração com Israel durante protestos de janeiro

As autoridades iranianas anunciaram, esta quinta-feira, a execução de um homem condenado por realizar ações em nome de Israel e dos Estados Unidos durante a recente onda de protestos que abalou o país em janeiro.

"Amir-Hossein Hatami foi enforcado ao amanhecer de hoje" por cometer atos que "minam a segurança nacional em nome do regime sionista e dos Estados Unidos", informou o Mizan Online, site oficial do poder judicial iraniano.

O comunicado especificava que estes atos incluíam uma tentativa de invasão de uma "instalação militar" para "apreender as armas ali armazenadas" durante os recentes protestos.
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Afirma embaixador do Irão na AIEA
RTP /

Ataques à central nuclear de Bushehr constituem "uma clara violação do direito internacional"

Os ataques à central nuclear de Bushehr, no sul do Irão, constituem "uma clara violação do direito internacional, do direito internacional humanitário", declarou à AFP, esta quinta-feira, o embaixador iraniano junto da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), em Viena.

"Mesmo em tempo de guerra, é proibido atacar instalações utilizadas por civis, e tal ataque seria um crime extremamente grave, um crime contra a humanidade, um crime de guerra", acrescentou, sublinhando que, em caso de fuga radioactiva, a água seria contaminada e a população teria de ser evacuada.
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Rússia pronta para ajudar a resolver conflito com o Irão

A Rússia está pronta para contribuir para a resolução do conflito com o Irão e o presidente Vladimir Putin continua a falar com os líderes regionais, revelou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, esta quinta-feira.

"O presidente continua estes contactos e, se os nossos serviços forem de alguma forma necessários, estamos, naturalmente, prontos para dar o nosso contributo para garantir que a situação militar transite para um rumo pacífico o mais rapidamente possível", disse Peskov aos jornalistas.
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Teerão
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Centro médico centenário danificado por bombardeamentos

Os ataques da aliança israelo-americana sobre a capital iraniana provocaram extensos danos a um centro médico centenário, adiantou o Ministério da Saúde do país.

“A agressão contra o Instituto Pasteur do Irão – um pilar centenário da saúde global e membro da Rede Pasteur Internacional – é um ataque direto à segurança sanitária internacional”, escreveu o porta-voz Hossein Kermanpourna rede social X.

O porta-voz do Ministério iraniano da Saúde apelou ainda à OMS e ao Comité Internacional da Cruz Vermelha para que “condenem este ataque, avaliem os danos e apoiem a reconstrução”.
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Ormuz
RTP /

Líderes europeus defendem cooperação entre aliados para reabrir estreito

O Reino Unido e a Comissão Europeia afinaram posições sobre a importância de os países aliados trabalharem no sentido de repor a navegação no Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão na sequência da ofensiva israelo-americana.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, debateram na quarta-feira a crise no Médio Oriente. Ambos reprovaram as ações iranianas no Estreito de Ormuz, que "está a manter a economia global como refém".A conversa teve lutar na véspera de a ministra britânica dos Negócios Estrangeiros, Yvette Cooper, presidir a uma reunião por teleconferência com 35 países em busca de soluções conjuntas que ajudem a reabrir o Estreito de Ormuz.


"Está a tornar-se cada vez mais claro que, neste mundo volátil e em constante evolução, o nosso interesse nacional a longo prazo exige uma parceria mais estreita com os nossos aliados na Europa e na União Europeia", assinalou Starmer em conferência de imprensa.
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RTP /

Chefe do Exército iraniano orienta comandantes a prepararem-se para qualquer ataque

O quartel-general operacional do Irão está a monitorizar "os movimentos inimigos com o máximo pessimismo e precisão" e prepara-se para neutralizar qualquer método de ataque, afirmou o comandante-em-chefe do Exército iraniano, Amir Hatami, depois do discurso de Trump.
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Reconstrução de siderúrgica iraniana danificada levará até um ano

A Companhia Siderúrgica de Khuzistão, no Irão, precisará de seis meses a um ano para retomar as operações após as instalações terem sido danificadas por um ataque na semana passada, disse um vice-diretor da empresa.
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Pequim pede fim "imediato" das hostilidades após declarações de Trump

Pequim reiterou o apelo por um fim imediato das hostilidades no Médio Oriente e afirmou que não há solução militar para o conflito, após as declarações de Trump, que prometeu continuar atacar o Irão com força por mais alguns dias.

"O problema não pode ser resolvido fundamentalmente por meios militares, e uma escalada das hostilidades não interessa a nenhum dos lados", disse a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Mao Ning.

"Instamos mais uma vez as partes envolvidas a cessarem imediatamente as operações militares e iniciarem um processo de negociações de paz o mais rápido possível".

Mao Ning afirmou ainda que as operações dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão foram a "causa principal" do bloqueio do Estreito de Ormuz.

"A causa principal da interrupção da navegação no Estreito de Ormuz reside nas operações militares ilegais realizadas pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão", afirmou a porta-voz do Ministério.

"Só um cessar-fogo e a cessação das hostilidades" preservarão a segurança do tráfego marítimo internacional, acrescentou.
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Forças armadas iranianas prometem "ações ainda mais devastadoras"

O comandante operacional do exército da República Islâmica, Khatam al-Anbiya, prometeu ações ainda mais devastadoras em resposta ao presidente norte-americano, que anunciou o endurecimento dos ataques ao Irão.

"Com fé em Deus (Alá) todo-poderoso, esta guerra continuará até à sua humilhação, desonra, arrependimento final e capitulação", disse o comandante, em comunicado transmitido pela televisão estatal iraniana.

"Esperem ações ainda mais devastadoras, abrangentes e destrutivas", frisou al-Anbiya.
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RTP /

Embaixada dos EUA em Bagdade alerta para possíveis ataques nas próximas 48 horas

A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdade alertou, num comunicado divulgado esta manhã, que há risco de grupos armados iraquianos pró-Irão lançarem ataques contra a cidade nos próximos dois dias.

"Milícias terroristas iraquianas aliadas ao Irão podem lançar ataques no centro de Bagdade nas próximas 24 a 48 horas", diz o comunicado, reiterando o apelo para que os norte-americanos no Iraque deixem o país imediatamente.

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RTP /

MQ-9 Reaper. Primeiro "drone" norte-americano de longo alcance chega às Lajes

Aterrou na Base das Lajes, nos Açores, o primeiro drone de longo alcance dos Estados Unidos.

Tomáš krist via Wikimedia Commons

A RTP apurou esta semana que trabalhadores portugueses ao serviço da base militar na Ilha Terceira receberam formação para lidar com estes drones junto da pista e ajudar na aterragem e na descolagem.

Em causa estão os chamados "drones assassinos" MQ-9 Reaper, numa operação de elevado secretismo.Os MQ-9 Reaper são utilizados em missões de combate, reconhecimento e vigilância, podendo transportar até oito mísseis de alta precisão.


Vários caças e aviões reabastecedores norte-americanos têm continuado a usar a base açoriana, além de dois cargueiros C-130.

As aeronaves não tripuladas são semelhantes aos caça F-35, com 11 metros de comprimento e cerca de 20 metros de envergadura, sendo operados à distância, com uma autonomia de 27 horas de voo, a altitudes de até 15 mil metros.

A alta precisão de deteção realiza-se através de câmaras, incluindo térmicas.
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Ponto de situação
RTP /

A alocução de Trump sobre a guerra com o Irão. "Temos todas as cartas, eles não têm nenhuma"

  • O presidente norte-americano reiterou a convicção, durante uma comunicação a partir da Casa Branca, de que a guerra no Médio Oriente poderá estar concluída em "duas a três semanas". Ao mesmo tempo, prometeu atacar com "muita força" o Irão no horizonte próximo e instou, uma vez mais, o regime dos ayatollahs a aposta nas negociações;


  • "Vamos atacá-los com extrema dureza nas próximas duas a três semanas. Vamos mandá-los de volta à idade da pedra, onde pertencem. Entretanto, as negociações continuam", clamou Donald Trump, para repetir uma ameaça: "Se não houver acordo, vamos atacar cada uma das suas centrais elétricas com muita dureza e, provavelmente, em simultâneo";


  • Ainda segundo Trump, no momento em que a guerra terminar o Estreito de Ormuz "abrir-se-á naturalmente";


  • O presidente norte-americano voltou também a exortar os países que dependem do petróleo transportado através de Ormuz a que "cuidem" desta passagem, uma vez que os Estados Unidos "não precisam" desta via: "Vão para o estreito, tomem-no, protejam-no, utilizem-no";


  • Donald Trump argumentou que a República Islâmica estaria a tentar "reconstruir o seu programa nuclear num local totalmente diferente" dos alvos bombardeados na operação Midnight Hammer, a 22 de junho do ano passado, pelo que israelitas e norte-americanos se propuseram "acabar com eles": "O regime procurou reconstruir o seu programa nuclear num local totalmente diferente, deixando claro que não tencionava abandonar a sua intenção de obter armas nucleares. Estava também a construir rapidamente os seus arsenais de mísseis balísticos convencionais e poderia em breve dispor de mísseis capazes de atingir o território norte-americano, a Europa e praticamente qualquer lugar do mundo";


  • Trump voltou igualmente a acusar os países da NATO de falta de apoio. O presidente dos Estados Unidos queixa-se de não ter recebido ajuda suficiente por parte dos países-membros da Aliança Atlântica na Operação Fúria Épica;


  • O Governo iraniano veio entretanto acusar a Administração Trump de impor exigências "maximalistas e irracionais", voltando a negar ter pedido um cessar-fogo, desmentindo assim Donald Trump. "Foram recebidas mensagens através de intermediários, incluindo o Paquistão, mas não há negociações diretas com os Estados Unidos", insistiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei;


  • O líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, deixa críticas severas ao discurso do presidente norte-americano, questionando-se sobre quando, na história, houve "um discurso presidencial de guerra mais desconjuntado e patético". "As ações de Donald Trump no Irão vão ser consideradas um dos maiores fiascos políticos da história do nosso país, falhando na articulação de objetivos, alienando aliados e ignorando os problemas de mesa de cozinha que os americanos enfrentam", reprovou o senador democrata;


  • As Forças de Defesa de Israel indicaram, nas últimas horas, que as defesas aéreas do país responderam a pelo menos quatro vagas de mísseis iranianos. A terceira destas vagas atingiu o Estado hebraico enquanto Donald Trump fazia a sua comunicação a partir da Casa Branca;


  • A embaixada dos Estados Unidos no Iraque alertou para o risco de ataques, por parte de "milícias alinhadas com o Irão" nas próximas 24 a 48 horas, apelando aos cidadãos norte-americanos para que abandonem aquele país;


  • O primeiro-ministro da Austrália fez um apelo ao fim da guerra no Médio Oriente, na sequência do discurso de Donald Trump. Anthony Albanese afirmou que a ofensiva israelo-americana enfraqueceu a Força Aérea, a Marinha e a indústria militar do Irão. "Agora que esses objetivos foram alcançados, não é claro o que resta por fazer, nem como poderá ser o desfecho. O que é claro é que, quanto mais a guerra se prolongar, maior será o seu impacto na economia mundial", sustentou.
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Trump acusa NATO de abandonar Washington

O presidente dos Estados Unidos volta a acusar os países da NATO de falta de apoio.

Foto: Yves Herman - Reuters

Donald Trump queixa-se de não ter recebido ajuda suficiente dos membros da Aliança Atlântica, durante as operações norte-americanas no Irão.
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Casa Branca ameaça cortar apoio militar a Kiev

Donald Trump ameaçou, na comunicação aos Estados Unidos e ao mundo, deixar de fornecer armas à Ucrânia, se a Europa não ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz.

Foto: Alex Brandon - Reuters

Ao mesmo tempo que pressiona os aliados europeus, o presidente norte-americano também manifesta indiferença em relação a quem quer que venha a tomar conta do estreito.
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Israel e Irão trocam bombardeamentos intensos

A força aérea israelita atacou centros de comando e unidades de produção de mísseis do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica.

O Irão respondeu com uma das maiores salvas de mísseis balísticos contra o centro de Israel em zonas civis.

No Líbano, Israel diz que abateu o comandante da frente sul do Hezbollah, durante uma operação cirúrgica lançada a partir de uma plataforma naval ao largo de Beirute.
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Paulo Rangel. Uso da base das lajes cumpre acordos com EUA

O ministro dos Negócios Estrangeiros garante que Portugal não está envolvido no conflito com o Irão e que a utilização da base das Lajes cumpre o acordo firmado com os Estados Unidos.

Foto: Tiago Petinga - Lusa

"Não estamos, não fomos envolvidos nem vamos ser nesta operação", reiterou Paulo Rangel na Assembleia da República.

"Sempre que seja em resposta a um ataque que foi sofrido, necessário e proporcional e, ao mesmo tempo, não vise alvos civis, para Portugal, se essas garantias nos forem dadas e puderem ser observadas, nós obviamente que estamos tranquilos. Até agora, foi isso que aconteceu", sustentou o governante.O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, agradeceu esta semana a Paulo Rangel, a "estreita" cooperação económica e de defesa de Portugal, indicou o próprio Departamento de Estado em Washington

De acordo com o porta-voz adjunto Tommy Pigott, durante uma conversa, na terça-feira, entre os chefes da diplomacia de Estados Unidos e Portugal, Rubio "destacou a contínua solidez dos laços bilaterais".

"O secretário Rubio agradeceu ao ministro a estreita cooperação económica e de defesa de Portugal. Ambos os líderes expressaram o seu compromisso com a segurança transatlântica", indicou.

Por sua vez, o Ministério dos Negócios Estrangeiros adiantou no  X que ambos os governantes "falaram da situação no Médio Oriente e registaram a importância da ligação transatlântica, tendo abordado também a relação bilateral a nível da economia e da defesa".Desde o início da ofensiva contra o Irão que vários aviões militares, sobretudo de reabastecimento, têm descolado das Lajes, nos Açores, em voos praticamente diários.


O Governo português concedeu uma "autorização condicionada" ao uso da Base das Lajes, apontando que a infraestrutura só poderia ser utilizada "em resposta a um ataque, num quadro de defesa ou retaliação", que a ação tinha de ser "necessária e proporcional" e que só podia "visar alvos de natureza militar".
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Lajes. EUA agradecem cooperação a Portugal

Os Estados Unidos agradecem a cooperação de Portugal, em matéria económica e de defesa. Reconhecimento feito durante um telefonema entre o secretário de estado Marco Rubio e o ministro Paulo Rangel.

Apesar disso, o responsável da diplomacia portuguesa garantiu esta tarde, na Assembleia da República, que o país não está envolvido no conflito com o Irão, e que a utilização da Base das Lajes cumpre o acordo.
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